Pedofilia crime ou doença?



A pedofilia é uma psicopatologia, uma perversão sexual com caráter compulsivo e obsessivo, na qual, adultos, geralmente do sexo masculino, apresentam uma atração sexual, exclusiva ou não, por crianças e adolescentes impúberes. Alguns consideram a pedofilia uma síndrome (conjunto de sinais e sintomas) que ocorre em diversas psicopatologias.


A pedofilia é uma psicopatologia, uma perversão sexual com caráter compulsivo e obsessivo, na qual, adultos, geralmente do sexo masculino, apresentam uma atração sexual, exclusiva ou não, por crianças e adolescentes impúberes. Alguns consideram a pedofilia uma síndrome (conjunto de sinais e sintomas) que ocorre em diversas psicopatologias.
O pedófilo é um indivíduo aparentemente normal, inserido na sociedade. Costuma ser "uma pessoa acima de qualquer suspeita", aos olhos da sociedade, o que facilita a sua atuação.
Geralmente ele não pratica atos de violência física contra a criança. Age de forma sedutora, conquistando a confiança da criança. Mas pode se tornar violento e até matar suas vítimas.
Algumas situações bem atuais divulgadas na mídia nacional e internacional mostram como a pedofilia ocorre em todos os países, independente de classe social e situação econômica: padres e bispos denunciados e condenados nos EUA, Reino Unido, França e Polônia; educadores no Reino Unido e França; indivíduos de classe média de 10 países denunciados e punidos por pornografia infantil na Internet, graças à Operação Catedral. Na Bélgica o divulgado caso de Marc Dutroux, pedófilo que assassinou 4 adolescentes mobilizou toda a população. Recentemente funcionários de organizações internacionais ligadas a ONU, foram acusados de praticarem abusos sexuais com crianças africanas. Nos EUA, o assassinato de uma criança, Megan Kanka, por um pedófilo, levou à instituição da "Megan Law", que obriga o registro fotográfico de todos os pedófilos dos EUA e o seu acesso às informações pela população. No Reino Unido o assassinato da menina Sarah Payne, também por um pedófilo, tem mobilizado a população para a aprovação, por analogia com a lei americana, da "Sarah Law". No Brasil, entre outras situações de abuso sexual contra crianças, tem sido noticiado o envolvimento de médicos, padres, educadores e síndicos de condomínios. O uso da Internet para divulgação da pornografia com crianças e adolescentes por pessoas da classe média tem sido denunciado em vários estados brasileiros.
O combate à pedofilia é um desafio para todos os países. Nos EUA além do registro obrigatório, tem sido proposto a castração química através da aplicação de hormônio feminino e até a castração física do pedófilo. Além do tratamento hormonal, a psicoterapia tem sido aplicada.
O pedófilo pelo seu caráter compulsivo e obsessivo, tende a continuar a sua atuação quando libertado, após cumprir penas que geralmente variam de 4 a 10 anos de reclusão. Devem continuar a ser monitorados, após o cumprimento de suas penas.
Além das medidas citadas, a melhor maneira de evitar que crianças continuem a ser abusadas por pedófilos, é estarem todos bem informados para prevenir e proteger seus filhos.
Só a aplicação da lei não é suficiente.

Dr. Lauro Monteiro Filho
Médico Pediatra

Psicologia é diversidade!

Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Psicologia Departamento de Psicologia Social e Institucional Profa. Dra. Rosane Neves Alunas: Ana Paula Lonardi de Souza e Celinha Monteiro Psicologia e Direitos Humanos “A psicologia quer aproveitar suas competências e se tornar acessível ao povo que está nas ruas, junto aos povos da terra, ao lado da homo- afetividade, das crianças em situação de risco, com as populações em restrição de liberdade, com as pessoas aprisionadas; quer fortalecer a luta antimanicomial, discutir mídia e subjetividade para lutar pela democratização das comunicações, falar de informática e humanidade e almejar um mundo melhor sem grades...” Jornal do CFP – Ano XIX n. 85 – outubro 2006 Advinda da ONU, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos foi criada em resposta às atrocidades cometidas nos campos de concentração da Europa. Dela advêm, juntamente, o caráter universal em sua concepção de sujeito. Mas como pensarmos os Direitos Humanos em seu âmbito internacional sem sermos prescritivos e invasores? Como contemplar as diferenças culturais não só em diferentes continentes, mas até mesmo em um só país ou nação? Além disso, como não cairmos na cilada do relativismo cultural absoluto? Como estabelecermos direitos humanos respeitando as heranças culturais? A concepção de sujeito universal permeou durante longos tempos os diferentes campos do saber, e se pensarmos nos Direitos Humanos, a situação não era tão diferente. Podemos, como exemplo disso, pensar como se deu a construção do estado Moderno que, tem por base os princípios de igualdade de direitos para todos... “Como se todos nós tivéssemos as mesmas chances, ou oportunidades, para a mobilidade social e como se todos nós fôssemos iguais, ou seja, como se entre nós, homens e mulheres, negros e brancos, não existisse nenhuma diferença social, cultural, econômica, racial ou sexual”. Neusa Maria Guareschi, presidente do CRP-RS As práticas da Psicologia como ciência, por muito tempo voltadas para a concepção universal do sujeito, hoje, dentro e fora do sistema conselhos, têm sido discutidas a respeito de sua relativização, pois, se não pensarmos as questões das diferenças culturais, políticas, sexuais, sociais, étnicas, religiosas ou geográficas, isto é, a diversidade de possibilidades de expressão do sujeito, tomamos a Psicologia numa perspectiva essencialista e biológica que pode ser perpetuada através dos tempos. Assim, hoje tentamos partir de uma concepção individual e universal para a valorização das diferenças sociais, culturais, econômicas, étnicas, sexuais, entre tantas outras que compõem a diversidade de nosso campos de atuação. E não precisamos ir muito longe para abranger contrastes continentais. Num país como o Brasil, onde temos tamanha diversidade de heranças étnicas e condições socioeconômicas, é imprescindível a valorização da diferença. Entendemos que as identidades se constroem através das marcas da diferença, por meios que vão desde sistemas simbólicos de diferenciação a situações de exclusão social. Nesse contexto, não contemplar as diferenças torna-se uma prática selvagem. Dessa forma, no momento em que a psicologia toma o sujeito com uma concepção essencialista, ela nega suas diferenças e o entende, o classifica de acordo com os conceitos teóricos e normas sociais universais e, é assim, também com essa concepção que ela se integra ao trabalho junto aos Direitos Humanos, aqui já não mais tão humanas.

Os 'psi'

Em nossa área, a psicologia, podemos abranger diversos setores da clinica tais exercem 
funções diferentes de olhar o paciente , com suas técnicas e instrumentos, são eles:

O psiquiatra é um profissional da medicina que após ter concluído sua formação, opta pela especialização em psiquiatria. Esta é realizada em 2 ou 3 anos e abrange estudos em neurologia, psicofarmacologia e treinamento específico para diferentes modalidades de atendimento, tendo por objetivo tratar as doenças mentais. Ele é apto a prescrever medicamentos, habilidade não designada ao psicólogo. Em alguns casos, a psicoterapia e o tratamento psiquiátrico devem ser aliados.

O psicólogo tem formação superior em psicologia, ciência que estuda os processos mentais (sentimentos, pensamentos, razão) e o comportamento humano. O curso tem duração de 4 anos para o bacharelado e licenciatura e 5 anos para obtenção do título de psicólogo. No decorrer do curso a teoria é complementada por estágios supervisionados que habilitam o psicólogo a realizar psicodiagnóstico, psicoterapia, orientação, entre outras. Pode atuar no campo da psicologia clínica, escolar, social, do trabalho, entre outras.


O psicanalista é o profissional que possui uma formação em psicanálise, método terapêutico criado pelo médico austríaco Sigmund Freud, que consiste na interpretação dos conteúdos inconscientes de palavras, ações e produções imaginárias de uma pessoa, baseada nas associações livres e na transferência. Segundo a instituição formadora, o psicanalista pode ter formação em diferentes áreas de ensino superior.


Ètica, o que ser, quais são ?


Ética é o nome dado ao ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais. A palavra ética é derivada do grego, e significa aquilo que pertence ao caráter.
Num sentido menos filosófico e mais prático podemos compreender um pouco melhor esse conceito examinando certas condutas do nosso dia a dia, quando nos referimos por exemplo, ao comportamento de alguns profissionais tais como um médico, jornalista, advogado, empresário, um político e até mesmo um professor. Para estes casos, é bastante comum ouvir expressões como: ética médica, ética jornalística, ética empresarial e ética pública.
A ética pode ser confundida com lei, embora que, com certa frequência a lei tenha como base princípios éticos. Porém, diferente da lei, nenhum indivíduo pode ser compelido, pelo Estado ou por outros indivíduos a cumprir as normas éticas, nem sofrer qualquer sanção pela desobediência a estas; mas a lei pode ser omissa quanto a questões abrangidas pela ética.
A ética abrange uma vasta área, podendo ser aplicada à vertente profissional. Existem códigos de ética profissional, que indicam como um indivíduo deve se comportar no âmbito da sua profissão. A ética e a cidadania são dois dos conceitos que constituem a base de uma sociedade próspera.
Ètica Profissional, o que é?
A ética profissional é um conjunto de atitudes e valores positivos aplicados no ambiente de trabalho. A ética no ambiente de trabalho é de fundamental importância para o bom funcionamento das atividades da empresa e das relações de trabalho entre os funcionários. 

Vantagens da ética aplicada ao ambiente de trabalho:

- Maior nível de produção na empresa;

- Favorecimento para a criação de um ambiente de trabalho harmonioso, respeitoso e agradável;

- Aumento no índice de confiança entre os funcionários.

Exemplos de atitudes éticas num ambiente de trabalho:

- Educação e respeito entre os funcionários;

- Cooperação e atitudes que visam à ajuda aos colegas de trabalho;

- Divulgação de conhecimentos que possam melhorar o desempenho das atividades realizadas na empresa;

- Respeito à hierarquia dentro da empresa;

- Busca de crescimento profissional sem prejudicar outros colegas de trabalho;

- Ações e comportamentos que visam criar um clima agradável e positivo dentro da empresa como, por exemplo, manter o bom humor;

- Realização, em ambiente de trabalho, apenas de tarefas relacionadas ao trabalho;

-  Respeito às regras e normas da empresa.

O que é Ética e Cidadania:

Ética e cidadania são dois conceitos fulcrais na sociedade humana. A ética e cidadania estão relacionados com as atitudes dos indivíduos e a forma como estes interagem uns com os outros na sociedade.
Cidadania significa o conjunto de direitos e deveres pelo qual o cidadão, o indivíduo está sujeito no seu relacionamento com a sociedade em que vive. O termo cidadania vem do latim, civitas que quer dizer “cidade”.
A cidadania pode ser dividida em duas categorias: cidadania formal e substantiva. A cidadania formal é referente à nacionalidade de um indivíduo e ao fato de pertencer a uma determinada nação. A cidadania substantiva é de um caráter mais amplo, estando relacionada com direitos sociais, políticos e civis
A ética e a moral têm uma grande influência na cidadania, pois dizem respeito à conduta do ser humano. Um país com fortes bases éticas e morais apresenta uma forte cidadania.

Bem vindos

Sejam todos bem vindos ao Psychology Is the new Black,desfrute, leia, compreenda, questione, nós também somos estudantes a procura de conhecer um pouco mais da psicologia. E assim como Freud diz – o pensamento é o ensaio da ação. Então fica fechado assim nós relatamos aqui o que sabemos, e o que ainda queremos saber e vocês fazem o mesmo, até porque no final de tudo a psicologia é sempre uma troca.  

“O Ser do homem não pode ser compreendido sem sua loucura” (Jacques Lacan).”